É comum um síndico achar que "quanto mais câmera, melhor". Na prática, um projeto bem pensado com menos câmeras bem posicionadas cobre mais e custa menos do que espalhar equipamento sem critério.

Os pontos que não podem ficar sem câmera

Toda entrada — de pedestre ou de veículo — é prioridade número um. É onde a maioria dos eventos de segurança realmente acontece, e onde a imagem tem mais valor pra identificar quem entrou e saiu.

Depois vêm os pontos cegos naturais do terreno: cantos de muro, garagens subterrâneas, e qualquer área comum que fique isolada da vista da portaria.

Tabela de referência por área comum

ÁreaCâmeras sugeridasObservação
Portaria de pedestres1 a 2Uma focada no rosto, outra no ambiente
Portão de veículos1 a 2Incluir uma com leitura de placa (LPR)
Garagem1 por bloco/nívelPriorizar corredores e acessos
Áreas de lazer1 a 2Cobrir entradas, não o espaço todo
Perímetro/murosConforme extensãoFocar em pontos cegos, não a cerca inteira